Imposto Seletivo e o impacto para donos de supermercados
Imagine ver o preço de produtos populares como refrigerantes, embutidos, snacks e até itens de limpeza disparar da noite para o dia. Agora imagine que o seu cliente deixa de comprar… e o estoque encalha. Parece exagero? Não é. Essa pode ser a realidade de muitos supermercados com a chegada do Imposto Seletivo, o novo tributo que entra em cena com força total na Reforma Tributária.
Se você é gestor, dono ou operador de supermercado, precisa saber agora:
- O que é o Imposto Seletivo e como ele funciona na prática;
- Quais produtos do seu mix serão afetados;
- Como ele pode comprometer sua rentabilidade — e até sua competitividade;
- E o mais importante: como se preparar para evitar prejuízo.
O que é o Imposto Seletivo (IS) e por que ele é diferente de tudo que você já viu?
O Imposto Seletivo foi criado pela Reforma Tributária (EC 132/2023 e LC 214/2025) com a promessa de tributar produtos "nocivos à saúde ou ao meio ambiente". Na prática, ele vai além disso: é um novo custo que recai direto sobre itens populares e de alto giro em supermercados.
Produtos como:
- Refrigerantes, bebidas alcoólicas e energéticos;
- Embutidos, salgadinhos e biscoitos recheados;
- Itens de limpeza com potencial poluidor;
- Produtos plásticos descartáveis.
O tributo tem alíquotas próprias, cumulativas e sem direito a crédito — ou seja: vai direto pro seu custo de reposição e pode desequilibrar seu caixa se você não agir rápido.
Supermercados no alvo: impacto real no seu dia a dia
O IS vai mexer com quatro pontos sensíveis da sua operação:
- Formação de preços: o repasse ao consumidor será inevitável em muitos casos — mas até onde seu cliente aguenta pagar mais?
- Margem de lucro: você poderá ser forçado a absorver parte do imposto, reduzindo sua rentabilidade.
- Mix de produtos: será necessário rever a exposição de itens que se tornarem pouco atrativos por conta do preço.
- Concorrência desleal: grandes redes tendem a se adaptar mais rápido.
O consumidor vai mudar. E o seu supermercado?
Com produtos “vilões” mais caros, o comportamento do consumidor tende a mudar. Marcas alternativas, produtos menos industrializados e categorias “clean label” podem ganhar força. Seu supermercado está preparado para:
- Reter clientes mesmo com os preços mais altos?
- Oferecer alternativas inteligentes no ponto de venda?
- Usar o Imposto Seletivo como diferencial competitivo — e não como problema?
O que você pode (e deve) fazer agora
A boa notícia é: quem age antes, sai na frente. Veja por onde começar:
- Mapeie seu mix de produtos: identifique os itens sujeitos ao IS e calcule o impacto no custo.
- Negocie com fornecedores: peça previsões de reajuste e busque alternativas.
- Revise sua estratégia tributária: o IS exige adequações contábeis e fiscais específicas.
Seu supermercado não precisa pagar a conta sozinho
No Pimentel Advogados, acompanhamos de perto a regulamentação do Imposto Seletivo e já estamos ajudando redes de supermercados a adaptar seus modelos de operação e precificação.
Não espere o imposto chegar ao caixa. Antecipe-se e proteja seu negócio.
Precisa de mais informações? Entre em contato com nossos especialistas clicando no botão verde ao final desta página e saiba como se preparar para as mudanças que já estão moldando o futuro do sistema tributário brasileiro.
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